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18.12.2020

Morar Melhor chega pela primeira vez ao Alto do Sobradinho

 

 

Foto: Max Haack (Secom)

 

 

O ano de 2021 será especial para 201 famílias da comunidade do Alto do Sobradinho, na Federação, que são as novas beneficiadas com as obras da terceira fase do programa municipal Morar Melhor. A ordem de serviço para o início da reforma das residências em situação precária na localidade, que recebe pela primeira vez a iniciativa, foi assinada pelo prefeito ACM Neto.

O prefeito ressaltou que o Morar Melhor está sendo copiado em várias cidades no Brasil devido ao sucesso dos resultados. "Esse programa foi concebido a partir de visitas realizadas na cidade e que trouxe um grande impacto na vida das pessoas", disse.

O chefe do Executivo municipal ainda ressaltou o impacto da ação na vida das famílias mais pobres, que não têm condições financeiras de reformar a própria residência. "Quando é reformada a casa de uma pessoa, está sendo dada a ela uma condição de vida muito mais digna. É realmente uma mudança de vida nas famílias, que vão morar em uma casa mais confortável e segura", completou ACM Neto.

A casa-modelo do programa na comunidade é da dona Clotildes Santos, de 68 anos, que reside no imóvel há 40 anos com os dois filhos. Ela contou que ver a transformação do lar, que estava bastante desgastado pela ação do tempo, é a realização de um sonho.

"Eu pedi a Deus: tantas pessoas têm casa bonita, por que eu também não? De repente, chegou o pessoal aqui e, agora, tá maravilhoso! Só tenho a agradecer por essa benção", declarou dona Clô.

Funcionamento - Desde que foi iniciado, em 2015, o programa já beneficiou quase 40 mil famílias em mais de 128 locais da capital baiana. As melhorias nas casas são indicadas pelos próprios moradores e podem incluir reboco e pintura, recuperação ou troca de telhado, troca de esquadrias (portas e janelas) e instalações sanitárias.

Para essa nova etapa, o valor investido para a reforma de cada imóvel foi ampliado de R$ 5 mil para até R$ 7 mil. As casas são selecionadas através de critérios como renda per capita e precariedade dos bairros, com base nos dados do IBGE.

 

Fonte: Secom

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